sábado, 11 de agosto de 2007

Convite de Inauguração

Puxar conversa com uma pessoa desconhecida pode ser difícil. Mais complicado ainda é tentar inicar um diálogo com várias pessoas que você não conhece. É como ir à praça de alimentação de um shopping às duas da tarde de domingo, subir numa mesa, bater com a faca no copo e gritar: “Aí pessoal, todo mundo prestando atenção que eu tenho um assunto importante para tratar com vocês!”. É mais provável esse indivíduo acabar entabulando uma conversa com o segurança...

De certa forma, este primeiro post é isso: bater com a faca no copo, não com a intenção de fazer um discurso pomposo, mas sim, de chamar os que estão ao arredor para um bate-papo num ambiente, espero eu, mais apropriado – um café aberto para tradutores & cia.

Este é um convite para dialogarmos sobre nosso trabalho – o ofício (ou seria a arte?) de traduzir. Em geral, trabalhamos sozinhos, cada em seu canto com seus desafios, dúvidas, experiências e realizações. O que aconteceria se, de tempos em tempos, nos encontrássemos aqui para compartilhar um pouco disso tudo? Será que não sairíamos todos um pouco mais enriquecidos e fortalecidos para o nosso labor diário e nossos desafios profissionais e pessoais?

Eu acredito que sim e, se você concorda, puxe uma cadeira, fique à vontade e deixe seu comentário sobre o que gostaria de ver no “cardápio” do nosso café.

E lembre-se de voltar sempre para conferir as novidades!

6 comentários:

Renato Fleischner disse...

Welcome to the Cyberspace!

Silvia Justino disse...

Gostei da idéia. Parabéns!

Susana Klassen disse...

Thanks, muchas gracias, vielen Dank, merci beaucoup, tante grazie!

Erica Campos disse...

I'm in!

nuno disse...

Nossa, não achei que encontraria uma mesa assim. Fiquei raciocinando a poucos tempos atrás, imaginando a possibilidade de ser tradutor. Coisa que sempre imaginei a possibilidade como sonho de infância, distante e cheio de pássarinhos voando no céu cor-de-rosa. Conforme o tempo foi passando essa coisa de sonhar com passarinhos em céu cor-de-rosa foi parecendo infantil demais e sem uma base sólida, algo para se comprar e dizer 'taí, pode acontecer', a tradução também foi indo. Não achei que encontraria uma mesa assim, foi bom encontar.

Bem, não tive a intenção de bater no copo e fazer um discurso pomposo, o que quis foi apenas puxar a cadeira, e agora esperar a continuidade da conversa.

Susana Klassen disse...

Caro Nuno,

Você tem razão: o ofício de tradutor exige uma base sólida. Ao mesmo tempo, se Deus lhe conceder a aptidão e as oportunidades, não precisa ser um "sonho distante".

Será um prazer continuar a recebê-lo no café. Esperamos, com o passar do tempo, oferecer um cardápio recheado de reflexões e dicas práticas para quem é ou sonha ser tradutor.